Programa Quelônios da Amazônia contabiliza 80 milhões de filhotes em 39 anos

Fonte: Portal Amazônia

Três estados alcançaram seus melhores resultados históricos: Amazonas, com 1,3 milhão de filhotes; Pará, com 1,1 milhão; e Amapá, com 150 mil

O Programa Quelônios da Amazônia (PQA), iniciativa de conservação da biodiversidade coordenada pelo Ibama, alcançou em 2018 a marca de 79,4 milhões de filhotes nascidos em razão do manejo realizado por analistas ambientais do Instituto, técnicos de instituições parceiras e comunidades ribeirinhas. O período de desova das espécies protegidas pelo PQA é de agosto a fevereiro.

Em 2017, a proteção e o monitoramento conduzidos pelo Ibama nos principais sítios reprodutivos da tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) contribuíram para o nascimento de 3,5 milhões de filhotes, o que representa aumento de 97,5% em relação a 2016. Três estados alcançaram seus melhores resultados históricos: Amazonas, com 1,3 milhão de filhotes; Pará, com 1,1 milhão; e Amapá, com 150 mil. O trabalho conduzido pelo PQA também garante a preservação de tracajás (Podocnemis unifilis) e pitiús (Podocnemis sextuberculata).

O resultado obtido pelo Programa em 2017 é superado apenas pelo de 2015, quando foram registrados 4 milhões de nascimentos.

Criado em 1979 para conter a exploração econômica predatória da tartaruga-da-amazônia no país e reverter o quadro de decréscimo populacional da espécie, o PQA monitora cerca de 50 mil fêmeas em idade reprodutiva em oito estados brasileiros: Amapá, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Pará, Tocantins, Rondônia e Roraima. Técnicos fiscalizam os locais de desova para evitar a caça, abrem uma amostra representativa de ninhos e registram medidas dos animais para avaliar as populações.

“O aumento no número de filhotes em 2017 indica que a redução observada no ano anterior foi revertida. Isso é bastante animador para a equipe”, disse o analista ambiental que coordena o PQA, Roberto Lacava.

Os estoques de quelônios são historicamente ameaçados por fatores como a destruição de habitats, processos predatórios e uso descontrolado. A pesquisa, a proteção e o manejo orientados à conservação têm como objetivo a recuperação populacional das espécies mais representativas da região amazônica.

Terceira edição do Publicom em 2018 chega à região do Marajó

Fonte: Agência Pará de Notícias

O Encontro de Comunicação do Pará – Publicom será realizado nos dias 17 e 18 de maio, na cidade de Breves, na região do Marajó, com o objetivo de debater a comunicação como ferramenta para o desenvolvimento. “É fundamental que a comunicação exerça um papel cada vez mais humanizado e comprometido com o desenvolvimento da sociedade”, explica Daniel Nardin, secretário de Estado de Comunicação.

As inscrições são gratuitas e estão abertas para profissionais e estudantes de comunicação, além de interessados nos temas das oficinas, palestras e debates. Este ano, o Publicom já ocorreu nos municípios de Marabá, região Carajás, e Altamira, na região Xingu.

Mais do que aprimorar o conhecimento de comunicadores e alunos da região quanto ao manuseio das ferramentas de comunicação, o Publicom visa estimular a reflexão sobre o contexto em que atores sociais estão inseridos. Segundo Daniel Nardin, houve um intenso desenvolvimento técnico da comunicação e, paralelo a essas mudanças, é necessário pensar no papel fundamental da comunicação em outras áreas. “Isso se dá por meio de campanhas, debates e discussões, como a proposta do Publicom nas diversas regiões do Estado”, explicou o secretário.

Para o município de Breves, por exemplo, será repetido o debate sobre Mídia e Feminicídio, que já ocorreu nas duas primeiras edições deste ano, assim como a participação de consultoria do Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef). Estão sendo mobilizadas associações, ONGs e coletivos de mulheres; de defesa dos direitos das crianças e adolescentes, e estudantes das escolas estaduais de ensino médio para participarem do evento.

Programação – O Publicom começa na quinta-feira (17), com a oficina de “Cerimonial Básico + A Arte de Falar em Público”, ministrada pelo mestre de cerimônia do Governo do Estado, Reginaldo Teles, das 8h às 12h. Já na sexta-feira (18), no mesmo horário, ocorrerá a oficina “Design para não designers” com o publicitário e designer Filipe Almeida.

A programação terá continuidade na parte da tarde, a partir das 14h, com mesa de boas-vindas ao evento com a presença de Daniel Nardin; Heitor Pinheiro, secretário de Estado de Integração de Políticas Sociais; e Jaqueline Almeida, consultora do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) nas áreas de Comunicação Social, Políticas Públicas, Planejamento e Desenvolvimento. Às 14h30, será exibido o documentário “Quem Matou Eloá?”, seguido de bate-papo sobre Mídia e Feminicídio, com Lívia Perez, diretora do curta-metragem e especialista em midiologia. Esse debate será mediado por Adelaide Oliveira, presidente da Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa).

Das 17h às 19h, haverá a palestra “Do rádio à televisão: credibilidade com linguagem popular”, com Valdo Souza, radialista e apresentador de TV. Ele passou pelas principais emissoras de rádio ligadas ao esporte, entre elas a Rádio Clube e a Marajoara AM, além da Marajoara FM com o programa “Alô Comunidade”. Depois, dividiu a carreira entre rádio e emissoras de televisão, como a TV Record e, atualmente, no SBT.

Serviço – O Publicom Breves será realizado nos dias 17 e 18 de maio, no auditório II da Universidade Federal do Pará – Campus Breves, situada na Av. Anajás s/n. A inscrição deve ser feita pelo site www.publicom.pa.gov.br e a confirmação mediante a doação de um livro no local do evento, no ato do credenciamento. Mais informações pelo telefone (91) 3202-0903.

Programação

17/05 (Quinta-feira)

Manhã

8h às 12h – Oficina de “Cerimonial Básico + A Arte de Falar em Público” – Reginaldo Teles.

18/05 (Sexta-feira)

Manhã

8h às 12h – Oficina de “Design para quem não é designer” – Filipe Almeida.

Tarde

14h às 14h30 – Mesa de boas-vindas: Daniel Nardin (Secom), Heitor Pinheiro (Seips) e Jaqueline Almeida (Unicef).

14h30 às 16h30 – Exibição do documentário “Quem Matou Eloá”, seguido de palestra sobre “Mídia e Feminicídio” com Lívia Perez e mediação de Adelaide Oliveira (Funtelpa).

17h às 19h – Palestra “Do rádio à televisão: credibilidade com linguagem popular”,com Valdo Souza, radialista e apresentador de TV.

Amazônia Jazz Band celebra Dia Internacional de Jazz em concerto

Fonte: G1 PA, Belém
A Amazônia Jazz Band apresenta neste sábado (28) um concerto especial para comemorar o Dia Internacional do Jazz, celebrado no dia 30 em todo o mundo, a data foi instituída pela Unesco em 2012. Espetáculo será a partir das 20h, no Theatro da Paz, com entrada gratuita.
O espetáculo reúne diversos convidados e tem a regência do maestro Nelson Neves. A entrada é gratuita. Os ingressos podem ser retirados a partir desta sexta-feira (27) na bilheteria do Theatro da Paz e 
online.

Dentre os convidados estão Adriel Silva (saxofone), Adelbert Carneiro (contrabaixo), Cowboy (bateria), Davi Benitez (piano), Kim Freitas (guitarra), Kzan Gama (contrabaixo), Moacir Leônidas (bateria), Robenare Marques (piano) e Thiago Levy (saxofone), que irão interpretar o programa com as músicas conhecidas como “External Combustion”, de Lenny Stack; “A Little Blues Please”, de Sammy; “Daahoud”, de Clifford Brown; “Brazil”, de Ary Barroso; e “Fala José”, de Marcelo Martins. A realização é do Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e da Academia Paraense de Música (APM).

“Dentro desse espírito,a AJB vai comemorar a data com muita improvisação, a marca do jazz, com a participação desses grandes músicos paraenses. Será um concerto em que os músicos terão ainda mais chances de mostrar todo seu conhecimento, técnica e domínio do seu instrumento através de muita liberdade”, adianta o maestro Nelson Neves.

Para o maestro, o jazz é uma música para todos. “O jazz é música democrática no melhor sentido da palavra, pois é a conquista coletiva de um povo. Diferentemente do surgimento da música clássica, o jazz é participativo, um evento comum de ouvintes e performers, e seus defensores e praticantes vêm de todos os caminhos da vida”, diz

O regente lembra ainda que, por estar associado ao movimento de abolição pela escravatura nos Estados Unidos e ter surgido no seio da comunidade de negros daquele país, o desempenho e o prazer do jazz incorporam princípios de igualdade de direitos, o acesso de oportunidades e tratamento justo para todas as pessoas.

“O jazz nasceu da união de duas culturas: a europeia e a africana. Foi realizado e desenvolvido pelos negros recém-libertos da escravidão, que expressaram sua identidade e arte através de sua música. Jazz ainda é uma profunda manifestação de liberdade, talento, realizações. Sua linguagem é direta e expressiva”, comenta o maestro Nelson Neves.

Serviço

Amazônia Jazz Band, Concerto – Dia Internacional do Jazz, neste sábado (28), às 20h, no Theatro da Paz. Entrada gratuita. Os ingressos podem ser retirados a partir desta sexta-feira (27) na bilheteria do Theatro da Paz e online. Informações: 4006-8758.

10 anos de amor pela Amazônia

Parece que foi ontem…

Há 10 anos criamos a marca Aldeia Amazônia objetivando a producao de conteúdo que pudesse divulgar e incentivar o crescimento da região. Até aqui pudemos fazer história e desenvolver atividades de comunicação que trouxeram experiências inovadoras a marca.

Nosso foco sempre foi mostrar a Amazônia com um olhar de dentro para fora, pautado na vivência de quem convive com este ambiente riquíssimo em todos os sentidos. Somos apaixonados pela Amazônia e queremos fazer com que outros também mãe apaixonam e passem a também entender a Amazônia como ela é.

Aber que fizemos história e construímos um legado positivo é o mais gratificante de tudo, em especial por saber que plantamos sementes que frutificação em respeito e preservação.

Compreender, sobretudo, a Amazônia como elemento importante para a continuidade da via da no planeta e poder repassar isso ao nosso público aí continuar sendo o nosso trabalho pelos proximos anos, na continuidade da nossa história,  junto com você.

Nosso profundo e sincero muito obrigado por fazer parte desta aldeia chamada Amazônia!